

Como seria o mundo sem mulheres?
UMA MULHER ASSASSINADA DE 10 EM 10 DIAS… em Portugal.
Para mim o mundo sem mulheres seria a preto e branco, sem piada, sem alegria, sem cor, talvez um cinza, sem grandes contrastes. O Som seria constante, sem uma gargalhada profunda que quebrasse o padrão e preenchesse o espaço de alegria.
O dia mundial pela eliminação da violência contra as MULHERES, para mim faz-me pensar, não como lutar contra o agressor mas como dar voz a uma causa, como denunciar e sensibilizar para este fenómeno – que magoa, diminui e mata.
Em variadíssimos contextos, desde do início da minha carreira, deparei-me com está situação e que não se pense que se trata de um fenómeno associado a classes socias ou estratos sociais, é transversal e independente da idade.
Se no início tinha uma repulsa pelo agressor, agora compreendo que ele também é uma vítima de si mesmo, com isto não quero dizer que não deve ser punido, muito pelo contrário, a legislação deve cada vez mais ser ajustada e protetiva da vítima, quero sensibilizar para que haja consciência de que se estão a ter os primeiros impulsos de uma agressividade descontrolada que peçam ajuda, não é normal ter esses impulsos, mesmo que internamente tentem dar uma justificação.
Não me esqueço de um de um homem, em consulta, de uma forma desesperada e com muito sofrimento, me dizer que tem medo de cometer um ato de agressividade … É importante darmos espaço para que estas partilhas possam acontecer, sem serem julgadas moralmente e assim serem prevenidos dados maiores. Peçam ajuda!!!
MULHERES – vamos estar atentas ao nosso redor, vamos ouvir, olhar perceber o que se passa com as mulheres que nos rodeiam, vamos incentivar a que num primeiro gesto de agressividade o limite seja imposto. Amor é cuidar, nutrir não é bater, não é aceitar o primeiro gesto de agressividade, descultando “…foi só este, ele estava nervoso…” ou “… eu também o irritei…”, por favor, vamos ter coragem de sair no momento certo.
Campanha criada pela ativista @franciscademagalhaesbarros
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Durante a vida afinal… temos 3 nascimentos e não apenas 1
Segundo a terapeuta Virginia Satir durante a vida passamos por 3 nascimentos e não apenas por 1, como pensávamos! 🙄 🤔
Então:
– 1º nascimento acontece, quando se é concebido e se passa para o útero materno; ✔️
– 2º nascimento é o que nós conhecemos como nascimento para a vida. Onde se sai do útero MATERNO e cá entre nós: que momento bastante doloroso, o bebé é empurrado, através das contrações para sair do sitio confortável onde está, dando-se o NASCIMENTO, há muita dor, alegria, choro, gargalhada, força, tensão… ; 😱
– 3º nascimento acontece numa fase mais adulta, quando surge a necessidade de quebrar com padrões que foram ensinados/aprendidos e que deixam de servir o seu propósito estrutural, então algo nos impele à mudança.
Este último nascimento em comparação com o 2º não é mais simples, tem muita dor e muitas vezes também somos empurrados pela vida, com “contrações”, mais fortes ou mais leves a vida vai-nos levando até se dar o 3º nascimento. Muitas vezes, quando resistimos tem mesmo de ser de “cesariana” somos arrancados, por acontecimentos limite onde aí com muita dor rompemos o véu e a nossa perspetiva perante a vida muda.
Neste 3° N.A.S.C.I.M.E.N.T.O deixamos para trás padrões estruturais que nos foram sendo impostos ao longo da vida mas que já não nos servem, rompemos com crenças limitadoras e vivemos a nossa verdade.
Bem, 🤔 vale a pena pensar como viver este nascimento de uma forma mais “light”… Compreendendo que esta fase faz parte do desenvolvimento, aceitando e trabalhando na mudança. 😉👍
https://www.instagram.com/p/CFyvLDKnESz/?igshid=1fgqph7jip2jt


Autoestima
Em todo o mundo, ninguém é exatamente como eu. Algumas pessoas têm algumas partes que se parecem comigo, mas ninguém é idêntico a mim, portanto, tudo o que sai de mim é autenticamente meu, porque só eu o escolhi.
Tudo pertence a mim, o meu corpo, incluindo tudo o que este faz, a minha mente, incluindo todos os seus pensamentos e ideias, os meus olhos, incluindo as imagens que eles percebem, os meus sentimentos, sejam eles quais forem: raiva, alegria, frustração, amor, emoção, deceção, a minha boca, e todas as palavras que dela saem, agradáveis, doces e bruscas, certas ou erradas, a minha voz, forte ou suave, e todas as minhas ações, sejam elas para os outros ou a mim mesmo.
Eu tenho as minhas fantasias, os meus sonhos, as minhas esperanças, os meus medos. Eu tenho todos os meus triunfos e sucessos, todos os meus fracassos e erros. Porque tudo o que eu tenho é meu, me pertence, posso chegar a familiarizar-me intimamente comigo mesmo. E ao fazer isso eu posso amar e aceitar, e aceitar todas as partes do meu corpo.
Então eu posso fazer todo o possível para que, o que me pertence trabalhe para mim para conseguir o que é de melhor para mim. Eu sei que há aspetos sobre mim que me confundem, e outros que não conheço. Mas, como eu me amo espero corajosamente encontrar a solução para a minha confusão e como me conhecer melhor.
Eu posso descartar o que parece não encaixar, e manter o que se encaixa, e criar algo novo para substituir o que descartai. Eu posso ver, ouvir, sentir, pensar, falar e agir. Eu tenho as ferramentas para sobreviver, para chegar perto de outros, para ser produtivo. Eu me pertenço e, portanto, eu posso lidar comigo. Eu sou eu e eu estou bem!
O tema deste poema é o que eu chamo de auto-estima.” (Virginia Satir, em contacto íntimo, 1994, páginas 16-18)


Direito à vida
Há uma emergência que é necessária, uma expansão da essência, um respirar fundo, um olhar de esperança… que não acontecem e uma dor castradora, uma prisão em nós mesmo que nos atormenta… E numa tentativa de libertar da dor se cometem erros irreversíveis!
Fico a pensar
Há outras formas de encontrar essa liberdade, essa expansão essa emergência espiritual… Procure ajuda!!!
A vontade de mudança, ela já está instalada, vamos é encontrar um veículo construtivo em vez de destrutivo.
Num ou noutro momento há probabilidade de termos pensamentos, que atentam contra o nosso direito à vida! A intensidade desses pensamentos e duração no tempo devem ser tidos em conta e relatados!
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